FERIDA MORTAL 28/04/2007
Noite silenciosa, nuvens nublando as estrelas
Cidade adormecida, pássaros escondidos
Faróis apressados, quem sabe assustados
Noite de sábado cantiga adormecida
Um grito rompe o silencio, um grito de dor
Quem sabe uma ferida aberta no peito, deitado sem leito
Pensamentos confusos, dor adormece, adormecem também
Na estação o silencio é cortado, sirene calando na noite.
A ferida aberta é tarde demais, é cedo, é madrugada
Silencio total, ferida mortal.
Lira Vargas
sexta-feira, 29 de maio de 2009
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